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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Cactus PopRock: Sir Elton John!
Pra quem não lembra ou não viu, meu Cactus PopRock: Sir Elton John é um cactus muito parecido com o musico e "Sir" Elton John. Postei AQUI uma foto dele, onde exatamente há um ano atrás ele já usava um óculos como este grande artista. VEJA AQUI .
Agora, um ano após, cresceu e chegou a incríveis 10cm, copiando outra coisa do seu musico preferido: olhe e veja se consegue descobrir...
Ainda não descobriu?
Agora ficou fácil né? O CHAPÉU!!!
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Conheças as curiosidades e casos excêntricos da história do Rock in Rio
RIO DE JANEIRO - Você sabia que Ozzy Osbourne foi proibido de morder,
mastigar ou comer qualquer animal vivo no palco, na primeira edição, em 1985, a
mesma em que Freddy Mercury deu um "fricote" ao chegar no seu camarim e perceber
que milhares de artistas brasileiros queriam conhecê-lo? Separamos várias
curiosidades e casos excêntricos do maior festival de música do Brasil.
Confira!
* Prince 1 – Em 1991, Prince, uma das grandes atrações, exigiu da produção,
simplesmente 700 toalhas brancas. É mole? Foi um tal de produtor correndo pra
cá, pra lá, passando em hotéis da região, pedindo emprestado. No final,
conseguiram 300. E que o senhor fique contente, Prince!
* Prince 2 – Esta não poderia deixar passar em branco. Sabe por que o astro
da música pop atrasou cerca de 1h30 para o seu show? Porque ele queria passar no
corredor de acesso ao palco sem ninguém por ali. Só ele e mais ninguém. Mas como
a correria era grande, sabe, acabou atrasando tudo...Coitadinho.
* Prince 3 – Durante o dia, o pequeno astro ficava quieto em seu hotel. Mas à
noite, fugia para as baladas. Visitou algumas boates, deu esmola de US$ 100 para
um menino de rua, e teve um caso com uma adolescente de 16 anos. Fala sério!
* Em 2001, O Rappa, Skank, Raimundos, Jota Quest, Cidade Negra e Charlie
Brown Jr. armaram uma debandada do Rock in Rio por não aceitarem serem parte do
“time número 2” do festival, abrindo para artistas estrangeiros sem uma passagem
de som digna.
* Na primeira edição, Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone lançavam
apenas o segundo disco do Paralamas do Sucesso, “O Passo do Lui”, com sucessos
como “Óculos”, “Meu Erro” e “Romance Ideal”. Até aí, nada demais. No final do
show, porém, resolveram dar uma singela espetada na “paulistada”: ao perceberem
que não havia bandas de São Paulo no festival, tocaram uma cover do Ultraje a
Rigor: “Inútil”.
* Nas primeiras duas edições, era regra da direção do Rock in Rio a banda vir
ao Brasil e fazer duas apresentações. Foi assim como o Queen e com o Guns
N´Roses, por exemplo. Em 1985, a única banda internacional, por motivos de
agenda, a fazer apenas um show foi o Iron Maiden.
* No show do dia 15 de janeiro de 1985, o Barão Vermelho, com Cazuza, tocava
justamente na noite que acontecia a eleição indireta que elegeria Tancredo Neves
como presidente do Brasil. O poeta soltou, então, a célebre e inesquecível frase
ao tocar “Pro Dia Nascer Feliz”: “Que o dia nasça lindo para todo mundo amanhã.
Um Brasil novo e uma rapaziada esperta”.
* O Rock in Rio foi um divisor de águas não só para o público, que passou a
acompanhar as atrações internacionais por aqui. Mas também para o cantor James
Taylor. Em 1985, Taylor vivia intenso inferno astral: estava afundado em drogas
e se divorciava da também cantora Carly Simon. Veio ao Rio de Janeiro por
obrigação contratual. Mas o carinho dos fãs e a recepção de gala que teve foram
marcantes. Comovido com o inesperado apelo, respirou fundo e decidiu tomar as
rédeas (de volta) da sua carreira. Acabou gravando uma música: “Only a Dream in
Rio” (“Apenas um sonho no Rio”).
* Ivan Lins, sim, ele e sua “saudade mais gostosa” participaram do Rock in
Rio I. E num determinado momento do show, Lins perdeu a voz. Pediu para o
publico ajudar. Culpou os cigarros. E dizem que a partir deste episódio é que
parou de fumar. Dizem...
* The Pretenders estava fechado para tocar em 1985, mas acabou desistindo da
apresentação após a vocalista Chrissie Hynde descobrir que estava grávida de sua
segunda filha. Acabou vindo o B-52´s.
* Curiosidade clássica: Ozzy Osbourne, príncipe das trevas (e também
ex-vocalista do Black Sabbath) foi impedido, por contrato, de morder, dilacerar,
o que for, qualquer morcego, ave e afins no palco. Tudo por causa das dentadas,
três anos antes, que Ozzy deu num mamífero voador em um show. Quando jogaram uma
galinha ao palco,ele até salivou, mas acabou entregando para um dos
ajudantes.
* Ozzy 2: aliás, no que foi classificado como uma grande falha da
organização, sua apresentação em 1985 foi marcada para antes de Rod Stewart.
Tipo: “My God!”. Não tem nada a ver os dois, NADA a ver. Quando viu o escocês
passando o som, pensou que seria devorado em vaias pelo público. Mas o ocorreu o
contrário: foi muito aplaudido, o público curtiu o show e Ozzy saiu dizendo que
o povo carioca era o mais versátil que ele já havia visto.
* Na turnê do disco The Works, o Queen sempre qualificou a apresentação de
1985 como uma das cinco melhores da história da banda. E a execução de “Love of
My Life”, a mais bela jamais feita.
* No total das duas apresentações daquele ano, o público total foi de 400 mil
pessoas.
* Mas claro que tinha que ter um fricotezinho do Freddy Mercury, né? Ao
chegar no seu camarim e ver aquele monte de artista brasileiro esperando para
conhecê-lo, ficou todo nervoso, bravo e mandou que todos saíssem. Depois, com
muita paciência, acabou sendo convencido a atendê-los. Menos mal.
* Aliás, falando em Freddy Mercury: você lembra que a Glória Maria fez uma
entrevista exclusiva com ele no Copacabana Palace? E do cabelo dela, à la Grace
Jones, você lembra?
* Detalhe é que nesta entrevista Freddy queima aquele cigarrão enquanto
conversa...Prova de que os artistas de hoje, ou são muito caretas, ou estão
enquadrados na política antifumo.
* Uma prova de como o Brasil não estava acostumado a receber atrações
estrangeiras, e vice-versa. Rod Stewart ficou extremamente surpreso quando o
público cantou suas músicas – não fazia ideia de que era famoso por aqui. Outros
tempos...
* Scorpions 1: “Still Loving You” foi o ponto alto da apresentação da banda.
Apesar da banda não ser lá ainda tão conhecida por aqui, a canção fazia parte da
novela "Corpo a Corpo", da Globo, que era exibida naquela época.
* Scorpions 2: a versão ao vivo da música foi parar no disco da banda,
lançado seis meses depois do festival: “World Wide Live”.
* O sino maldito 1: O AC/DC exigiu da produção um sino de mais de uma
tonelada para ser entoado na canção “Hell Bells”. O problema é que o negócio
tinha que vir de navio, caríssimo. Roberto Medina interpelou. E claro que teve
que cumprir a exigência, depois da ameaça de desistência da banda.
* O sino maldito 2: quando o tal sino chegou, surpresa! O palco não agüentava
o peso. Xiii...e agora? Foi improvisado um outro, de gesso mesmo, e os efeitos
sonoros devidamente editados deram o tom certo para a música. Bem mais
fácil...
* Se grande parte das bandas de 1985 faziam sucesso no momento, também teve
espaço para dinossauros. E o Yes fez os “coroas do rock” delirarem ao chegarem
com a turnê do disco 90125, com o megahit “Owner of a Lonely Heart”.
* Def Leppard (lembra?) tocaria no primeiro Rock in Rio, mas desistiu da
apresentação após o acidente envolvendo o baterista Rick Allen, que acabou tendo
o braço esquerdo amputado. Às pressas, David Coverdale remontou sua banda e
levou o Whitesnake para o Rio de Janeiro.
* Aliás, falando em Whitesnake, eles contrataram um coreógrafo para... os
pulinhos que eles deram no palco. Cada coisa...
* E para fechar: David Coverdale e companhia não tomaram uma cervejinha
sequer. Nada de álcool. Contrataram também um personal trainner para a banda.
Afinal, saúde era o que interessava.
* Não sabemos se era uma questão de como a publicidade era feita na época, ou
se foi um vacilo mesmo. O fato é que na propaganda na TV do primeiro Rock in
Rio, ainda em 1984, Queen, Yes, Ozzy, as grandes atrações do festival, estão lá
no final da propaganda. Até o Kid Abelha é anunciado antes. Rá!
* Uma prova de que Ney Matogrosso tem é muita personalidade: para uma plateia
totalmente rock n´roll, num festival que era novidade, ele foi escalado para ser
a primeira atração do primeiro dia. E subiu ao palco com uma tanga de leopardo e
penas coloridas na cabeça. Um luxo, claro.
* Essa é demais: do livro “Metendo o Pé na Lama”, do diretor de arte Cid
Castro, vem a história de que Nostradamus havia previsto uma tragédia num
festival na América do Sul, em 1985. Claro que a produção contratou um
astrólogo, que fez o mapa astral do evento e deixou todos, posteriormente,
despreocupados.
* Para aterrar o terreno da Cidade do Rock, que era praticamente um pântano,
nos anos 1980, foram necessários nada mais, nada menos do que 55 mil caminhões
de terra.
* A longa relação entre Rock in Rio e Guns N´Roses começou em 1991, quando a
banda apresentou-se duas vezes no festival. Desde então, após Axl Rose dizer que
foram as duas maiores performances da história da banda, o Guns apareceu em
2001, vai aparecer agora em 2011, já tocou no festival na Europa...Tipo uma
sociedade, Medina?
* Povo cervejeiro: foram consumidos 1,6 milhão de litros de cerveja no Rock
in Rio I
* Povo fast food: em um só dia do Rock in Rio I, a rede Mc Donald´s vendeu 58
mil sandubas. Recorde no Guinness e até hoje imbatível.
* O Faith No More, resumidamente, fez a melhor apresentação do Rock in Rio
II.
* O Faith No More, resumidamente, saiu em êxtase com o público, voltou para
uma mini-turnês, e ficou amigo do Sepultura. Mike Patton gravou uma faixa no
disco “Roots” chamada “Lookaway”.
* Robert Plant, ex-vocalista do lendário Led Zeppelin, era uma das principais
atrações do Rock in Rio II. A poucos dias dos shows, alegou uma laringite e não
veio para o Rio de Janeiro. Boatos da época dizem que ele ficou com medo de
cruzar oceanos com uma guerra rolando pelo mundo – os Estados Unidos invadiam o
Iraque na Guerra do Golfo.
* Shaun Ryder, líder da banda Happy Mondays, ainda não muito conhecida do
público no início da década de 90, disse que não ligava para o fato de os
cariocas desconhecerem suas músicas. Estava mais preocupado em jogar para a
plateia as mil pílulas de ecstasy que prometia levar. Claro que, no final,
acabou refugando, com medo de ser preso.
* A banda norueguesa A-HA fez um dos shows mais esperados de 1991, e o
público pagante foi o maior daquela edição: 200 mil pessoas. Claro que eles
tocaram “Take on Me”.
* Neste mesmo ano, era impossível ouvir o som do palco com os gritos
histéricos. As caixas de som tentavam reproduzir “Step by step, uhhhh babe”, mas
as garotas gritavam de forma ensurdecedora para os New Kids On The Block.
* É uma simples questão de pronúncia, mas ninguém esquece até hoje Pedro
Bial, em 1991, anunciando a apresentação do “Megadéti”.
* Duas avaliações distintas: a apresentação do Engenheiros do Hawaii, na
segunda edição do Rock in Rio, foi considerada uma das piores e em alguns
veículos de imprensa foi simplesmente ignorada.
* Já o The New York Times, que mandou gente para cobrir o evento, classificou
a performance da banda como uma das poucas comparáveis às apresentações gringas
pelo mundo. Não tente entender.
* Roqueiro também usa o toalete: nesta mesma edição, foram consumidos, de
acordo com a produção, 43.500 metros de papel higiênico, número que equivale a
1,7 km.
* A edição de 1991 é tida até hoje como a mais violenta de todas: além de
várias brigas e ocorrências, duas pessoas morreram: uma ao tentar pular um
portão do Maracanã, e outra baleada na porta do estádio. Uma fã ainda acusou PMs
de tentativa de estupro.
* Colin Hay, vocalista do então extinto Men At Work, veio para uma
apresentação solo. Ganhou o troféu de pior apresentação, e vaias do público,
mesmo tocando hits da sua ex-banda. Era melhor ter ficado em casa.
* Outro troféu: Lobão fez o show mais curto da história do festival. Após tocar “Vida Louca Vida” e um pedaço de “Canos Silenciosos”, cansou-se de ser hostilizado pelo público, que esperava Megadeth e Guns, bateu boca, levou garrafadas e foi embora. Total: 6 minutos.
* Outro troféu: Lobão fez o show mais curto da história do festival. Após tocar “Vida Louca Vida” e um pedaço de “Canos Silenciosos”, cansou-se de ser hostilizado pelo público, que esperava Megadeth e Guns, bateu boca, levou garrafadas e foi embora. Total: 6 minutos.
* Outro fato inédito: Alceu Valença foi o único brasileiro a fechar uma noite
de show em 2001. Isso porque sua apresentação, bem mais cedo, foi marcada por
erros da produção na qualidade do som. “O engraçado disso tudo é que o Prince
acabou abrindo para mim”, riu, na época.
* Essa história de Rock in Rio “Por um mundo melhor” nasceu em 2001, na
terceira edição do megaevento.
* Dez anos depois, em 2001, o Sepultura era outro: não tinha mais Max
Cavalera. Em seu lugar, na sua primeira apresentação em grande festival, cantou
o americano Derrick Green.
* Aliás, no show do Sepultura, rapidinho, um fã invadiu o palco e, quando
começou a tomar uns “tapas" dos seguranças, foi salvo pela banda, que parou o
show e exigiu que o fã fosse bem tratado. Salvo pelo gongo!
* A noite do metal rendeu em 2001: Iron Maiden e Rob Halford gravaram disco e
DVD ao vivo de suas respectivas apresentações.
* Em 2001 ainda, Roger, do Ultraje a Rigor, se despediu do público, após
mandar uma cover de Paranoid, do Black Sabbath, mostrando...as nádegas.
* Coisas do destino: em 2000, o Foo Fighters tinham apresentação marcada para
fevereiro, em São Paulo. Mas desistiu depois que soube que uma das apresentações
seria patrocinada, somente com clientes de uma operadora telefônica. Em 2001,
não viria para o Rock in Rio, mas ao liderar uma enquete feita pela organização
junto ao público, acabou acertando suas apresentações para janeiro.
* Coisas do destino 2: para quem nem sequer viria ao Brasil, Dave Grohl,
líder da banda e ex-baterista do Nirvana, ainda passou o aniversário em pleno
palco. Ganhou bolo da produção e um super beijo de Cássia Eller.
* Nem sabemos mais se isso ainda é curiosidade, mas, sim, Cássia Eller
mostrou os seios enquanto cantava “Come Together”, dos Beatles. E ainda fez
aquele sinal com os dedos indicadores e...deixa pra lá!
* Os australianos do Silverchair surpreenderam na terceira edição. Poderiam
ser apenas “mais uma atração de fora”, mas fizeram um show impecável e ainda
viram, sorridentes, um fã levantar uma faixa: “O grunge não morreu”.
* Rock in Rio Guinness: Júnior, com 16 anos, e Sandy, com 17, são os artistas
mais jovens a se apresentarem na história do festival. Com medo de represálias,
a produção não liberou a lista dos mais velhos...Sorry!
* Em 2001, Britney Spears trouxe ao Brasil a polêmica da “base pré-gravada”.
A cantora americana, alegando que suas coreografias exigiam um aparato de voz,
cantou, sim, em playback. Não adianta falar que cantava por cima, querida, foi
um playback. Ponto.
* Nick Oliveri, baixista do Queens of the Stone Age, com o calor do Rio,
preferiu tocar...pelado. Quase foi preso por atentado ao pudor. O juiz Siro
Darlan bateu um papo com o músico e explicou as leis brasileiras. Ele se
vestiu.
* Mas em julho deste ano, não teve escapatória: Nick discutiu com uma
namorada, a fez refém, e foi preso, após a S.W.A.T ser acionada. Barracão!
* Também em 2001, Neil Young, o velho roqueiro canadense, ficou totalmente
deslocado na noite que teve ainda Engenheiros do Havaii, Elba Ramalho, Sheryl
Crowl e Dave Mathews Band. Como se não bastasse, seu show foi começar lá pela
1h20 da madruga. Muita gente desistiu e deve ter se arrependido: com seu
clássico “Hey Hey My My”, dentre outros, fez, de acordo com a crítica, um dos
melhores shows do evento.
* Mais nudez: além de Cássia Eller mostrar os seios, Roger, do Ultraje a
Rigor, mostrou o bumbum ao público ao final da apresentação do grupo.
* O terreno da Cidade do Rock, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, foi
prontamente ocupado pelo governo do Estado um mês após o primeiro Rock in Rio
chegar ao fim. Foi tudo destruído, para o chão. Rusga do então governador Leonel
Brizola, que era contra o festival, com a organização do evento, que se viu
obrigada, em 2001, a realizar os shows no estádio do Maracanã.
* Mas antes disso, houve uma briga deflagrada entre produção e poder público:
enquanto que prefeitura e governo do Rio lançavam propagandas na TV criticando o
festival por ocupar área residencial, artistas e organizadores respondiam com
chamadas enaltecendo o maior festival da música no Brasil.
* Até a Igreja foi contra o festival. Em nota enviada a imprensa na época, o
então arcebispo da Arquidiocese do Rio, Dom Eugênio Sales, criticava a gastança
“em momento de recessão para uma música alienante e provocatória".
* No último Rock in Rio por aqui, em 2001, foram ao todo 160 horas de show
com 1.196 músicas executadas. Número este que deve ser bem próximo ou maior este
ano.
* Foi marcado também por ser o primeiro festival pirateado quase que em tempo
real. O Napster, programa de compartilhamento de músicas, em seu auge na época,
já disponibilizada os arquivos em MP3 de diversos shows do festival logo no dia
seguinte.
* Na noite do metal do Rock in Rio III, os amantes do gênero tiveram que
deixar, ainda na entrada, correntes, pulseiras, anéis, tudo que pudesse causas
ferimentos. Mais de 30 quilos dos adereços de metal foram recolhidos.
* O Coheed and Cambria vem para o Rio de Janeiro desfalcado de seu baixista
Michael Todd. Ele foi suspenso da banda após...ser preso, em Massachusetts,
Estados Unidos, por roubar analgésicos controlados de uma farmácia.
* O show do Red Hot Chili Peppers este ano marcará a turnê de lançamento do
álbum “I´m with You”, o primeiro da banda californiana em cinco anos. Eles
prometem tocar o novo disco na íntegra, sem deixar de lado, claro, os velhos
hits.
Fonte:http://especiais.br.msn.com/rock-no-rio/artigo.aspx?cp-documentid=30449397
sexta-feira, 29 de julho de 2011
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Roger Waters traz The Wall a Porto Alegre em março de 2012
Apresentação no dia 17 será a primeira do músico na turnê que inclui ainda shows
em São Paulo e Rio
Dez anos após tocar no Estádio Olímpico, em março de 2002, Roger Waters tem novo
encontro marcado com os fãs gaúchos. A produtora Time For Fun confirmou nesta
sexta-feira (dia 1º) que o músico trará a turnê The Wall para quatro
apresentações no Brasil – começando por Porto Alegre, no dia 17 de março do ano
que vem.
Da Capital, Waters segue para dois shows em São Paulo (dias 22 e 23 de março) e um no Rio de Janeiro (dia 25 de março). Os valores dos ingressos e o local dos espetáculos ainda não foram confirmados, mas os bilhetes devem começar a ser vendidos já em setembro.
Escrito e produzido por Roger Waters, um dos fundadores e principal compositor do Pink Floyd, The Wall foi apresentado pela primeira vez ao vivo pela banda britânica em 1980 e ainda conta com os efeitos especiais criados à época, incluindo as imagens originais de Gerald Scarfe, o avião batido, o som quadrafônico, pirotecnia, bonecos infláveis gigantescos e o famoso porco.
A turnê, que passa por Austrália e Nova Zelândia antes de desembarcar na América Latina para shows no Chile, na Argentina e no Brasil, será realizada em estádios, acompanhada de imagens dinâmicas desenvolvidas por Waters para ilustrar a história e as canções com um muro com mais de 137 metros de largura, que forma um telão.
Da Capital, Waters segue para dois shows em São Paulo (dias 22 e 23 de março) e um no Rio de Janeiro (dia 25 de março). Os valores dos ingressos e o local dos espetáculos ainda não foram confirmados, mas os bilhetes devem começar a ser vendidos já em setembro.
Escrito e produzido por Roger Waters, um dos fundadores e principal compositor do Pink Floyd, The Wall foi apresentado pela primeira vez ao vivo pela banda britânica em 1980 e ainda conta com os efeitos especiais criados à época, incluindo as imagens originais de Gerald Scarfe, o avião batido, o som quadrafônico, pirotecnia, bonecos infláveis gigantescos e o famoso porco.
A turnê, que passa por Austrália e Nova Zelândia antes de desembarcar na América Latina para shows no Chile, na Argentina e no Brasil, será realizada em estádios, acompanhada de imagens dinâmicas desenvolvidas por Waters para ilustrar a história e as canções com um muro com mais de 137 metros de largura, que forma um telão.
Fonte:http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/segundocaderno/19,1027,3373011,Roger-Waters-traz-The-Wall-a-Porto-Alegre-em-marco-de-2012.html
terça-feira, 21 de junho de 2011
quarta-feira, 1 de junho de 2011
SANDUICHE ROCK INFORMA: Nosso blog também é cultura!!!
Saiba mais como funciona uma orquestra sinfônica e conheça melhor seus instrumentos, um por um, clicando aqui.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
sexta-feira, 4 de março de 2011
Rock n Roll: ONTEM vs HOJE !
Se tu é uma daquelas pessoas que NÃO ESTÁ SE SENTIDO VELHO, NÃO... ESTÁ APENAS FICANDO UMA PESSOA MAIS MADURA, ou ainda, ESTÁ SIMPLESMENTE VENDO O TEMPO PASSAR... Tem também aquela outra disculpa: SOU COMO VINHO, QUANTO MAIS VELHO/A, MELHOR ESTOU... Bem, vamos nos CONSOLAR COM ESSAS FOTOS, pois são prova de que as vezes, NEM DINHEIRO E NEM UM BOM CIRURGIÃO PLÁTICO SÃO O SUFICIENTE...
Michael Jagger, The Rolling Stones, 68 anos (ah, esse derreteu!)
Keith Richards, The Rolling Stones, 68 anos (putz, esse mastigaram e cuspiram fora)
Keith Richards, The Rolling Stones, 68 anos (putz, esse mastigaram e cuspiram fora)
Charlie Watts, The Rolling Stones, 70 anos (antes:dentes em cima. agora: dentes em baixo)
não, esse não é nenhum cantor sertanejo, mas sim Ron Wood, The Rolling Stones, 64 anos
Steven Tyler, Aerosmith, 63 anos (se fez plástica nos olhos, POR QUE NÃO DIMINUIU A BOCA???)
Johnny Rotten, 56 anos (o cara já era feio antes, agora chega a dar medo)
Ozzy Osbourne, 63 anos (antes, cara de vagabundo de colégio. Agora, senhora de meia-idade)
David Lee Roth, 57 anos (antes: cabelos aos vento. agora:cabelos? e o vento levou)
David Bowie, 64 anos (esse é tão bom que até o tempo fez bem pra ele)
Axl Rose, Guns N' Roses, 49 anos (antes:cara de minininha. agora:motoqueiro gay)
Slash, Guns N´Roses, 46 anos (antes: visual vagabundo. Agora: Sapo de óculos e chapéu)
Nancy and Ann Wilson, 57/61 (do tunel do tempo para o tunel do terror)
Steve Perry, Journey, 62 anos (e não, este também não se tornou cantor sertanejo)
David Coverdale, Whitesnake, 60 anos (virou tiozinho invocado é?)
Neil Young, 65 anos (não parece nem da mesma familia, quanto mais a mesma pessoa)
Bono Vox, U2, 51 anos (de maloqueiro a metrosexual)
Jon Bon Jovi, 49 anos (evolução do visual: de pedreiro afeminado a tiozinho da chapinha)
Neil Young, 65 anos (não parece nem da mesma familia, quanto mais a mesma pessoa)
Bono Vox, U2, 51 anos (de maloqueiro a metrosexual)
Jon Bon Jovi, 49 anos (evolução do visual: de pedreiro afeminado a tiozinho da chapinha)
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